• 13 Nov 2019

7 dicas indispensáveis para planejar o intercâmbio

Estudar inglês no exterior pode representar economia de tempo e até de dinheiro desde que o intercambista siga alguns passos antes de decidir a viagem. Confira nossas dicas para planejar o intercâmbio!

Por: Tiago Mascarenhas

Fonte: sedaintercambios

Estudar inglês no exterior pode representar economia de tempo e até de dinheiro desde que o intercambista siga alguns passos antes de decidir a viagem. Confira nossas dicas para planejar o intercâmbio!

Encontrar o momento certo para deixar o país é um desafio para muitos brasileiros que pensam em fazer intercâmbio. Para algumas pessoas, essa hora chega na adolescência, para outros, com mais maturidade e, às vezes, só quando a rotina desacelera em função da aposentadoria. O importante é saber reconhecer quando o momento chegou para você e planejar em detalhes a experiência para que o intercâmbio seja um sucesso.



Fonte: sedaintercambios 


É importante que o intercambista comece a se planejar com cerca de um ano antes da viagem. Com essa antecedência, é possível quitar o programa escolhido e, na época do embarque, ter apenas despesas da experiência em si – como alimentação, transporte e passeios.


Planejar o intercâmbio:  7 dicas essenciais


1- Avaliação da necessidade x possibilidade

Muitas vezes o estudante sonha em fazer um intercâmbio, idealiza um país, uma cidade, um curso. Só que isso, muitas vezes, não se adequa ao seu perfil ou a sua realidade financeira. Em outros casos, o curso que ele deseja fazer não irá trazer o benefício pessoal ou profissional desejado. É importante reunir o máximo de informações e avaliar se o que se deseja permitirá alcançar os resultados esperados e se o dinheiro que você quer ou pode investir será suficiente para a realização do seu sonho.


2 – Momento certo

Essa é uma decisão muito importante e pessoal. Para cada pessoa existe o momento certo e um programa para cada época da vida. Quando esse momento chegar, é preciso alinhar os objetivos para que as metas traçadas com o intercâmbio sejam alcançadas.


3 – Destino



Fonte: sedaintercambios

Estados Unidos e Canadá ainda são os destinos mais procurados por brasileiros, mas a Irlanda começa a chamar atenção pelas possibilidades de viagens pela Europa. Já a Nova Zelândia e Austrália são os preferidos de quem gosta de calor, praia, esportes.

O primeiro passo para decidir qual destino escolher é traçar o seu perfil. Qual a sua idade? Gosta de lugares quentes ou frios? Qual perfil de cidade prefere – um lugar mais metropolitano, uma cidade pequena, uma cidade litorânea? Qual idioma deseja estudar? Cada país e cidade tem sua particularidade e característica socioeconômica que pode acabar influenciando na sua escolha. Responda a essas perguntas e ficará mais fácil descobrir para onde você deve ir.


4 – Curso ideal

Existe uma grande quantidade de programas hoje em dia para atender pessoas das mais diversas idades e com diferentes interesses. O intercâmbio pode incluir curso de idioma, cursos profissionalizantes, cursos universitários, programas de estudo e trabalho, colegial no exterior, programas de férias etc. Uma autoavaliação ajudará a decidir o curso ideal para cada pessoa. Novamente, é importante considerar idade, objetivos e interesses.


5 – Tempo no exterior

Decidir o tempo ideal para ficar no exterior depende muito do objetivo da experiência. Para o curso de idiomas, o estudante deve ter em mente o nível de conhecimento que tem e o que deseja adquirir. A decisão pode contar com a ajuda de um cálculo simples. Por exemplo, no Brasil um estudante leva em média seis meses para mudar de nível em um curso de idiomas.

Considerando- se um curso de duas horas por semana = 8 horas por mês e 48 horas em seis meses. O custo médio dos cursos é de 250 reais por mês = 1500 reais por semestre. Se o estudante optar por um curso de idioma com carga horária básica de 25 horas por semana, em duas semanas terá estudando o mesmo que estudaria no Brasil em seis meses.

É claro que ele terá outras despesas com acomodação, passagem aérea, passaporte, visto. Mas se o objetivo for aprimorar seu conhecimento de idioma, conhecer uma nova cultura, melhorar seu currículo profissional, com um curso de um mês no exterior ele terá estudando o equivalente a um ano no Brasil. 


6 – Investimento


Fonte: sedaintercambios

O valor a ser desembolsado dependerá da duração do intercâmbio e do programa escolhido. Com um pacote mais simples de curso de idiomas de um mês o estudante gasta em média 5 mil reais. Para cursos de seis meses, a média é de 20 mil reais e o intercâmbio de um ano fica em torno de 38 mil reais. Quanto ao valor máximo, não há limite. Os cursos de graduação no exterior podem ser bem caros.

Em relação aos destinos, a média de gastos é a mesma se o pacote incluir curso, acomodação, transporte (aeroporto até residência), assistência viagem e passagem aérea.  Se o estudante fizer a opção pela acomodação em casa de família e com parte ou todas as refeições inclusas, terá que cobrir apenas seus gastos pessoais: transporte para escola/casa, passeios e atividades extras. Para quem busca receber enquanto trabalha, poucos destinos de língua inglesa permitem que o estudante trabalhe durante sua estadia no país, sendo os principais Irlanda, Austrália e Nova Zelândia.


7 – Ajuda profissional



Fonte: sedaintercambios

Especialmente para a primeira experiência internacional, é recomendável ajuda profissional. E é preciso ter confiança no agente de intercâmbio. A falta de uma consultoria pode fazer com que o estudante tenha uma experiência traumática. É preciso reunir informação, traçar o perfil correto, avaliar maturidade e foco. Muitas vezes, os estudantes buscam uma empresa de intercâmbios com um sonho em mente, mas cabe ao consultor ajudá-lo na escolha indicando o que é possível e o que pode dar certo de acordo com o perfil dele.

Se o estudante deseja ficar um semestre fora do país (caso do colegial no exterior) e não possui maturidade suficiente, cabe ao profissional orientar pais e filho. A opção talvez seja o curso de férias de um mês para que o estudante tenha essa experiência e avalie se conseguirá ficar longe por um ou dois semestres. O estudante abre mão do seu país, da sua língua-mãe, dos seus parentes, dos seus amigos, da sua zona do conforto e de todas as facilidades e comodidades. Os pais, por sua vez, devem avaliar se estão preparados psicologicamente para ficar longe do filho.


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Fonte: https://www.sedaintercambios.com.br/blog/dicas-planejamento-intercambio/